Ortomolecular

Dieta ortomolecular reequilibra os nutrientes e o ponteiro da balança

A dieta ortomolecular visa garantir o emagrecimento saudável através do equilíbrio das doses de minerais e vitaminas necessárias para o bom funcionamento do organismo. Com um cardápio que prioriza o consumo de alimentos naturais, este tipo de dieta foca também na reposição de nutrientes relacionados com alterações do metabolismo, por meio de fórmulas medicamentosas. 

Tudo começa com a realização de uma série de exames, assim, conseguimos descobrir como andam as taxas de vitaminas e minerais do paciente. De forma que possamos entender de onde vêm vontades específicas, como o desejo incontrolável por doces, por alimentos ricos em carboidratos e assim por diante.

Entre os exames solicitados, estão o de sangue, de urina. Os resultados mostram em que etapa o paciente se encontra e definem o tipo de suplementação que ele vai precisar consumir para suprir o déficit de vitaminas e minerais. Com os resultados, compomos a dieta e a parte terapêutica , completa. O equilíbrio dos nutrientes, juntamente com um cardápio apropriado, é o responsável pelo emagrecimento.

Os medicamentos prescritos conforme o perfil do paciente são fundamentais na dieta ortomolecular. Eles podem ser encontrados em farmácias tradicionais ou encomendados em farmácias de manipulação, dependendo da indicação do especialista. As fórmulas nada têm a ver com inibidores de apetite

O objetivo da suplementação é manter as taxas de nutrientes em dia e frear a ação dos radicais livres, substâncias formadas pelo próprio organismo e que, em excesso, acabam sendo prejudiciais. Isso porque elas favorecem o depósito de colesterol nas paredes dos vasos sanguíneos, o enrijecimento das células e a anulação de algumas enzimas. 

 

O diferencial de uma dieta comum e um cardápio montado a partir dos conceitos da medicina ortomolecular é que a dieta ortomolecular evita alimentos não-saudáveis. A dieta não é montada em cima de determinados grupos alimentares ou do número de calorias dos alimentos . Os seguidores da dieta ortomolecular não recebem uma determinação específica do que devem comer, mas sim, orientações sobre um menu saudável e natural. Sendo assim, folhas, vegetais, cereais integrais, grãos, frutas e carnes magras são priorizados. Além disso, alimentos industrializados que contêm conservantes e quantidades excessivas de sal e açúcar são evitados.

 

O tempo que a suplementação precisa ser tomada é bem variável. Como o tratamento varia com o perfil e o objetivo do paciente, o tempo também é relativo. Mas os medicamentos só precisam ser tomados até as taxas dos nutrientes se equilibrarem. Já o cardápio saudável deve continuar sendo seguido para que os benefícios sejam notados não só a curto prazo. 

 

A dieta ortomolecular é feita justamente a partir da junção de cardápio saudável com suplementação nutricional.

 

Os exercícios físicos regulares são sempre recomendados e nenhum tipo de alimentação substitui a prática deles. Dentre os benefícios oferecidos por eles, temos a aceleração do metabolismo e a oxigenação dos músculos. 

 

A dieta ortomolecular pode ser seguida por qualquer pessoa, incluindo as que sofrem com problemas de saúde, como diabetes e cálculos renais, por exemplo. Não tem nenhum tipo de restrição quanto ao perfil da pessoa, justamente pelo fato de a dieta ser montada a partir de suas características. A suplementação não exerce influência alguma sobre problemas de saúde específicos, como os exemplos citados. Isso porque os medicamentos servem apenas para repor os nutrientes faltantes no organismo. 

 

Tenha sempre um acompanhamento nutricional com uma profissional especializada na área ortomolecular, assim, terá sempre as melhores orientações.